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sábado, 27 de março de 2010

A função dos links

Analisando os sites de acordo com a teoria de Mielniczuk, foram encontrados nas publicações (G1 e Folha online) os seguintes links citados por Mielniczuk, conjuntivos, disjuntivos, intertextuais, intratextuais, editoriais, de serviço e publicitários. Os tipos Editoriais Narrativos tanto no G1 quanto na folha há link de acontecimento, onde são relatados as matérias mais importantes sobre o assunto. Há presença de quase todos links (G1 e Folha) são eles, de acontecimento, oposição, detalhamento, particularização, complementação ou ilustração memória. Nota-se ausência de link de correção e exemplificação.

A Folha faz um melhor uso da linguagem, porque os textos são mais ‘enxutos’ e que chocam mais, por exemplo no G1 estava “Jurados estão na sala secreta; veja as perguntas feitas” e na Folha estava “Jurados se reunem para decidir sobre julgamento”.

Os Links intertextuais, não estão presentes nem na Folha e nem no G1. Os links mais frequentes nos dois sites analisados ficam no próprio site. Os dois jornais fazem uso de links disjuntivos, o G1 usa raramente e folha utiliza disjuntivos nas galerias onde há convergencia de meios. A respeito dos blogs normalmente são links de post de algum colunista principalmente quando há um assunto de sua especialidade, ou assuntos de grande repercussão. Foram encontrados links de post na folha sobre o “caso nardoni”. As fotografias são bem distribuídas, sendo que a grande maioria estão em galerias ligadas através de links complementares.

A tipologia de links de Mielniczuk é bastante útil para a organização de grande quantidade de informação de maneira que facilita a procura do assunto de interesse, além de proporcionar maior facilidade de interação. Acreditamos que sem o estudo dos links é complicado fazer um jornalismo com coerência, é como um mapa que direciona o leitor ao que ele busca, ou mesmo como uma casa bem organizada, encontramos o que procuramos com maior facilidade. Sem este estudo a dificuldade de organização seria imensa, o que certamente prejudicaria a ordem ou até mesmo a coerência da informação, mas descordamos que seria impossível de fazer um jornalismo coerente, mesmo porque se analisarmos o processo de evolução do jornalismo podemos ver que ele acaba, mesmo com as dificuldades, vencendo as barreiras.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Jornalista na Era Digital. O que é ser um?

Receber informações mais concretas e em tempo real. São esses alguns dos parâmetros trazidos pela nova era da tecnologia digital. Diariamente somos surpreendidos por novas ferramentas de comunicação, e para o jornalista, que caminha com a era digital dos dias de hoje, possui imensa capacidade de alcançar horizontes e atingir extremos.

Embora diferente das mídias convêncionais como rádio, tv, jornais e revistas, o jornalismo exercido na era digital ganha consigo um universo multimidiático. Essas mídias conseguem por meio da convergência digital estabelecer, dentro de web sites, interaçao, como a inserção de áudios, vídeos, textos interativos além das fotos já existentes. É o modelo de comunicação do futuro que já começa a dar seus primeiros passos.