Visualizações de página do mês passado

sábado, 5 de junho de 2010

Profissionais da mídia se convergem em jornada de jornalismo

Durante 3 dias, o anfiteatro da Universidade Paulista (Unip), Brasília, serviu de palco para palestras de diversos profissionais da área de comunicação. A primeira jornada de jornalismo da instituição, ocorrida nos dias 18,19 e 20 de maio, teve o lema "A diversidade da profissão de jornalista", e contou com o apoio da coordenação geral do curso de jornalismo, dos alunos e professores do centro universitário.

No primeiro dia de encontro, Adélia Azeredo, assessora de comunicação social do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, decorreu sua palestra falando sobre a importância de assessoria de comunicação em órgãos públicos federais, executivos, legislativos e até mesmo nos privados. Destacou pontos principais dentro das assessorias como: estrutura, semelhanças, diferenças, administração, publicidade, relações públicas e imprensa. Segundo Adélia, para ser responsável por uma assessoria não basta apenas ser jornalista e saber jornalismo. "Hoje em dia temos que saber de tudo, da administração á quanto irá gastar com um projeto gráfico de divulgação da empresa". Com muitos anos de experiência na área, Adélia se sente lisonjeada com o que faz, e reconhece que não é um trabalho fácil. É um trabalho gratificante, além de tudo, conheço vários lugares e alguns países, atuando como chefe de assessoria, conclui Azeredo.

Adélia Azeredo fala sobre assessoria de comunicação.

A segunda a falar ao microfone foi a jornalista e editora Beth Cataldo. Ela apresentou ao público sua trajetória no ramo da comunicação. Beth, que passou principalmente pela imprensa escrita é fanática na área de escrever e criou sua própria editora. Ao final, ela falou sobre o início do processo do jornalismo online, lançado em 1995. Citou o jornalismo econômico como marca de peso e poder na grande imprensa, ressaltando o setor financeiro como o primeiro setor em tempo real no mercado de jornalismo eletrônico.

Beth Cataldo apresenta a editora que comanda e fala sobre jornalismo impresso.

No segundo dia de evento, os convidados foram Nara Lacerda da rádio CBN e Gilson Rebello do Jornal Coletivo. A repórter da rádio CBN iniciou a palestra falando sobre os desafios de com é ser um profissional de rádio. Relatou a mobilidade que o rádio hoje exerce, seja no carro, em casa, no trabalho, no ônibus enfim, em qualquer lugar a qualquer hora a notícia está presente nas ondas radiofônicas. E destaca que o rádio tem grande papel para o dia a dia da humanidade, seja apresentando notícias sobre o trânsito, tempo, etc.
Já Gilson Rebello, editor e diretor do Jornal Coletivo em Brasília, discorreu de seu caminho no jornalismo. Iniciou sua carreira cobrindo a editoria de esporte no estado do Rio de Janeiro. Explicou o funcionamento da redação do jornal que comanda e a distribuição que acontece diariamente ás 17 horas.

Vídeo: Nara Lacerda destaca a importância do rádio e do profissional radiofônico.





Fechando o último dia da jornada de jornalismo, os universitários de comunicação receberam para palestra o jornalista e professor José Paulo Cunha. Com o ar de graça, Cunha ficou agradecido por ser convidado pela instituição a estar falando aos alunos da Universidade. José que atualmente comanda a Tv Câmara, emissora estatal do executivo, relatou sobre os pontos cruciais dentro da redação do canal, a rotina que um repórter de Tv cumpre, e os desafios encontrados para atingir o resultado final em uma investigação política, por exemplo.

O segundo a comparecer no local do evento foi o repórter da Tv Globo Brasília, Júlio Mosqüera. Formado pelo Uniceub, Mosqüera destacou sua trajetória na área de comunicação e nos telejornais da Globo, seu dia a dia e a mobilidade de um repórter televisivo.


Willian Passos apresenta Júlio Mosqüera a platéia



Ponto de Vista sobre a palestra

A jornada de jornalismo da Universidade Paulista teve um papel fundamental, principalmente para nós formandos. A palestra elevou um conhecimento mais abrangente da área de comunicação social dos profissionais que dela já passaram e ainda passam. Os assuntos abordados como as experiências dos profissionais e os desafios encarados pelos mesmo revelaram de forma sucinta a capacidade que cada um tem e teve para se colocar no mercado. Pontos como bom texto e fontes seguras foram destaques no evento promovido pelo campus Brasília.

Mais um link que complementa o discurso e a vida de um profissional da área de comunicação

http://deputadosetim.com.br/?p=222

terça-feira, 1 de junho de 2010

O tráfico de drogas em ceilândia

De janeiro a abril de 2010, a polícia civil apreendeu em Ceilândia 68 kg de entorpecentes, entre eles maconha, cocaína, merla e crack. A droga, que liderou o ranking de apreensões no local foi o crack. Só nos quatro primeiros meses foram sete pontos de tráfico fechados na cidade.

Segundo o Chefe da 19ª DP de Ceilândia Norte, Raimundo Vanderly, o tráfico acontece em plena luz do dia e os traficantes não escolhem lugar. A venda da droga acontece próximo a escolas e de praças da cidade. "Já tivemos casos em que os traficantes agiam na porta da escola. Até mesmo perto de igrejas e outros lugares sem levantar qualquer suspeita", conta o delegado.

A cidade satélite de Ceilândia lidera o ranking de apreensões, seguida de Taguatinga e Plano Piloto. Ainda de acordo com a polícia, além do tráfico de entorpecentes nesses lugares, o número de homicídios e roubos também cresceram, gerando mortes violentas, havendo a droga como o principal motivo do delito.

Confira os vídeos.

Usuário de crack esconde a pedra da droga na boca






Flagrante da venda e consumo de drogas na cidade






Usuária de crack em recuperação dá depoimento






Fotos mostram os pontos quentes do Tráfico de Drogas em Ceilândia



Fonte: Polícia Civil do Distrito Federal

1 -EQNO 2/4
2 - QNO 18
3 - QNP 13
4 - QNP 15



Usuário de crack é flagrado descansando no gramado que dá acesso a torre de tv.




Nesta foto o usuário procura a droga escondida no gramado

terça-feira, 18 de maio de 2010

Feeds e RSS. Uma ferramenta que integra inovação e atualização




Felizmente somos cada vez mais beneficiados por novas plataformas de comunicação. A evolução e a modificação com que essas plataformas passam, e geram a sociedade, levam os usuários a buscarem sempre mais e mais delas. Há inúmeras formas de se ficar informado, seja através do rádio, tv ou internet, porém, há um diferencial, hoje temos a oportunidade de se interar mais de um determinado assunto através dos feeds. Esses conteúdos disponibiliza a qualquer hora e lugar notícias de nosso interesse.

Foi assim que decidi optar pela assinatura do leitor de RSS do Google Reader. Com um simples clique, obtive a assinatura do maior e mais conhecido leitor de RSS, que me disponibiliza todo e qualquer tipo de assunto. Os feeds dos quais assinei me trazem notícias de um modo global, centrando-me em questões cotidianas da política e de cidades locais. Os feeds por si só me atende de forma rápida e precisa, me deixando informado para um bom dia de trabalho, estudo e pesquisa também.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Reportagens Multimídias





A primeira página é do site jornalístico Impacto Rondônia, de Porto Velho, Rondônia. Sua página interage com o leitor de forma simples e concisa. Abrange desde fotos, vídeos, textos e áudios. Os internautas têm também no site um espaço para comentários em todas as reportagens que são publicadas.



O segundo site é a revista abril, um dos mais antigos meios de informação, traz um aprofundamento das notícias que são apuradas e reportadas. Além dos diversos veículos pertencentes a este grupo de comunicação, suas editorias são bastantes condizentes com aquilo que ocorre no mundo atual. No exemplo acima, trata-se da escolha de novos técnicos para a continuidade nos times de futebol. Para que os atuais técnicos continuem nos times, e necessário que algum deles vençam os jogos na Copa Libertadores da América, destaca a Abril.com. Além disso, cria uma maior interatividade com o leitor, dando a oportunidade de mais informações na página especial sobre o libertadores ou através da nova ferramenta de comunicação, o Twitter.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Cibercultura

Comparação entre os textos: Cibercultura


Dentre a infinitas possilibilidades de estar conectado a rede mundial da internet, seja ela, em qualquer parte do mundo, conclui-se de acordo os autores Pierre Lévy e Alex Lamikiz que a era cibernética veio para ficar.

Hoje, continua desplugado quem quer. As novas ferramentas de interconectividade possibilita aos usuários aprimorar outros conhecimentos. A tecnologia se torna tão presente em nossos meios, que hoje existe acessivelmente, teleaulas não presenciais, tudo realizado graças as digitalizações que foram se aprimorando ao longo dos anos, da telefonia à transmissão de dados através de um engenhoso processo nos computadores.



Entendendo a Cibercultura


A cibercultura, como o próprio nome explícita, é a conjunção de vários tipos de cultura interligadas por meio das tecnlogias digitais. Criam-se padrões de interação para consumidores, afim de exercer, de modo aplausivo, estratégias nos planos econômicos, culturais e humanos através do ciberespaço. Desta forma são construídas aptidões que elevam o grau de desenvolvimento tecnologico, usurfruindo de barreiras que antes eram inatingíveis por uma sociedade.

Por ser um novo tipo vida ligado á era da internet e da informática, a cibercultura esta sempre a favor do bem comum. Na visão do marketing, a cibercultura não deixa de ser mercadoria. Este grande mercado promissor constantemente lançam tendências e produtos. Desenvolve de forma interativa e rápida a compra de livros, roupas, aparelhos eletrônicos, etc. Esta cultura tão presente no mundo atual, trouxe comodidade a várias hierarquias de classes, pois a partir de um click do mouse, milhares de pessoas deixam das residências para ir as lojas de varejo.

A cibercultura ou cultura da mídia está presente em nossos dias, em nossas vidas. Suas ideologias, modos e comportamentos passam cada vez mais a integrar o meio social. Consumimos-a de tal forma, que sem a interligação das conexões existentes, seria impossível a realização de determinadas demandas, como o envio de mensagens instantâneas, divulgação de eventos e acessibilidade ao grande mundo virtual.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Nós não vamos pagar nada?


Por Sérgio Dávila, de Washington em 1/9/2009

Reproduzido do caderno "Mais!" da Folha de S.Paulo, 30/8/2009

Chris Anderson, editor da revista de tecnologia e novas tendências Wired e um dos pensadores da internet, é o promotor de dois conceitos muito caros a esse meio. O primeiro é a "teoria da cauda longa", estratégia de negócio segundo a qual a meta é vender poucas unidades de muitos e variados itens, o que substituiria o popular modelo dos best-sellers.

O segundo é o que ele chama de freeconomics ou a economia das coisas de graça, alicerçada no fato de que o custo de armazenamento e transmissão de conteúdo digital baixa cada vez mais. De onde vem o dinheiro? Do conceito freemium, junção das palavras free e premium: a maioria consome de graça ("free"), bancada por uma minoria que paga por uma versão de mais qualidade ("premium").

Ambos os conceitos foram desenvolvidos em artigos, viraram palestras e livros. O segundo surgiu recentemente em livro nos EUA e chegou neste mês ao Brasil. É Free – O Futuro dos Preços (Free – The Future of a Radical Price, no original). Nele, e na entrevista que deu à Folha por telefone, Anderson defende que, sim, diferentemente do que popularizou o economista Milton Friedman (1912-2006), existe almoço de graça – desde que a sobremesa seja bem paga por alguém.

Nos EUA, a versão eletrônica do livro ficou disponível gratuitamente por alguns dias. Agora é vendida por US$ 26,99 [R$ 50], em papel, e US$ 9,99, versão eletrônica – o audiobook em inglês continua de graça e pode ser baixado do site do autor.

No Brasil, só papel e só a dinheiro: R$ 59,90 por 88 páginas. A editora Elsevier já vendeu a primeira tiragem, de 10 mil cópias, prepara a segunda e colocou os três primeiros capítulos de graça aqui.
***
Se a informação quer ser livre/de graça, por que tenho de pagar R$ 59,90 para ler seu livro?
Chris Anderson – Não tem. Poderia ir ao site e baixar o audiobook gratuitamente.
Sim, mas quem quer ler em português, caso da maioria dos leitores brasileiros, tem de desembolsar.

C.A. – Cada região tem um editor diferente, cada um tem um enfoque diferente para isso, uma estratégia própria. Nos EUA, era de graça. No Reino Unido, na Bélgica. A única parte que eu controlo é o audiobook. Eu encorajei todos os editores a dar o livro, alguns aceitaram, outros não.
Por que um editor pagaria milhares de dólares pelos direitos de seu livro, outro tanto para traduzir, mais ainda para imprimir e distribuir e finalmente daria de graça aos leitores brasileiros? Faz sentido economicamente?

C.A. – O livro trata disso extensivamente, mas sim, eu acredito que, se feita corretamente, essa ação vai levar a mais vendas do livro, não a menos. Você não precisa dar a versão física, pode dar a digital. E, se você acredita que a versão física é a premium, que as pessoas ainda preferem ler em papel por todas as razões óbvias, para manter, fazer anotações, ler na praia, então não precisa temer dar a versão digital de graça, pois será uma forma de marketing, de amostra que vai promover a física.

Em seu livro, o sr. defende que sim, há almoço de graça, no sentido de que há toda uma economia florescendo baseada em dar os produtos, e não vender. Como isso funciona no caso específico da indústria de conteúdo?

C.A. – Em primeiro lugar, não há nada de novo aí. O que está mudando é o conceito, que evoluiu de um truque de mercado para um modelo econômico. Essa mudança é impulsionada pela indústria tecnológica. A ideia de conteúdo livre tem cem anos: rádio é de graça, TV aberta é gratuita. O problema é que agora anúncios não são mais suficientes para sustentar o modelo. Daí o que chamo de freemium, onde você dá a maior parte de seu conteúdo de graça, mas reserva parte dele, geralmente a melhor parte, para os que pagam.

O sr. cita Brasil e China como a nova fronteira da freeconomics e a forte presença de pirataria nos dois países como algo positivo. Como a pirataria pode ser benéfica para uma economia?
C.A. – Pirataria é uma palavra mal compreendida. Nem todo o conteúdo distribuído dessa maneira é pirata. Alguns são, outros são "pirateados", entre aspas, por vontade dos autores, que valorizam a distribuição gratuita. Um dos exemplos que dou é o tecnobrega brasileiro. Não é pirataria, porque os autores autorizam os camelôs a reproduzir e vender os CDs sem lhes pagar nada.

Meu ponto é: conteúdo digital pode ser copiado e distribuído a um custo cada vez mais próximo de zero e, de uma maneira ou de outra, vai ser distribuído. Usar os mesmos canais de distribuição dos piratas será uma decisão de cada artista. Mas o fato é que essas são as forças motoras da atual economia, são intrínsecas à internet e à era digital e impossíveis de serem contidas. A pirataria não é boa para a economia, mas a distribuição gratuita sim, e os piratas são os primeiros a usá-la.

O sr. diz ter problemas com as palavras "mídia", "jornalismo" e "noticiário". Por quê?
C.A. – Eu sei o que "mídia profissional", "jornalismo profissional" e "noticiário profissional" significam. Mas como chamar quando isso é produzido por amadores? A maior parte do que eu leio hoje em dia está on-line e não vem desses canais. Está no Facebook, no MySpace, no Twitter, em blogs. Leio sobre amigos, família, hobbies. O que é isso? Eu não acho que a palavra "jornalismo" descreve o que está acontecendo. Acho que precisamos de novas palavras.

Ao mesmo tempo uma breve visita a sua conta no Twitter revela que o sr. segue o New York Times, a revista New Yorker e várias outras contas da chamada mídia tradicional. Além disso, seu trabalho principal vem de editar uma revista de papel, a Wired. Como o sr. concilia isso?

C.A. – Nós vivemos num mundo de hipermídia, onde não temos mais o monopólio sobre a atenção do leitor. Acho que há um papel para a mídia tradicional, mas há também um papel crescente para todo o resto. Nós vivemos em ambos os mundos. Você não vive em ambos os mundos?

Mas o sr. é o evangelista desse novo mundo e edita uma revista do velho mundo. Como concilia os dois?

C.A. – Nós usamos o modelo freemium. O que está na wired.com é de graça, faturamos um pouco com a publicidade online, e isso levanta assinaturas para a revista, que é o nosso premium.
Se o sr. me dá o conteúdo de graça online, por que eu pagarei por ele na revista?

C.A. – Porque não é o mesmo conteúdo, as palavras podem ser as mesmas, mas a revista é mais que palavras, é um pacote visual, com fotos, arte e um conceito de edição. De graça, você não tem o pacote.
***
Conta dividida

Se a informação quer ser livre, como defende boa parte da blogosfera e o modelo sugerido por Chris Anderson em seu livro parece concordar, os jornalistas que a produzem querem ser pagos. Ou, no dizer de Bill Keller, editor-executivo do New York Times, informação de qualidade custa caro.

"Da última vez em que eu estive em Bagdá, não vi uma sucursal do Huffington Post, do Google ou do Drudge Report, porque nenhum deles está lá", disse ele em entrevista recente ao Daily Show, do comediante Jon Stewart, citando os agregadores de notícias mais populares dos EUA – com exceção do Post, nenhum tem equipe própria de jornalismo.

O Times mantém um escritório de uma dezena de jornalistas no Iraque, uma operação de custo anual estimado entre US$ 2 milhões e US$ 3 milhões. "Não estão lá porque é caro, porque é perigoso", continuou Keller. "É muito mais fácil ficar em casa e pegar carona no trabalho feito pelos outros."

Lideradas pelo New York Times e pela News Corporation, de Rupert Murdoch, que publica o Wall Street Journal, entre outros, as principais empresas jornalísticas dos EUA estão prestes a acabar com a "carona" – ou pelo menos a coibir, rachando a conta.

Desde o fim do semestre passado, representantes desses e de outros títulos, como o Washington Post e o USA Today, vêm se reunindo em busca de um modelo de negócios para seu conteúdo online que substitua o adotado pela maioria no começo dos anos 90, que se provaria insustentável.

Naquele momento, quando a internet começava a se popularizar, e diferentemente de no Brasil, as grandes empresas decidiram liberar suas versões online, cobrando apenas pelo produto impresso. Na maior parte dos casos, tudo o que está no papel pode ser encontrado de graça no site. Esperava-se que a publicidade migrasse de meios, o que não aconteceu.

Uma das exceções a esse modelo inicial foi o Wall Street Journal. O diário nunca abriu o site e tem hoje uma base de assinantes online de pouco mais de um milhão de pessoas, que pagam US$ 103,48 por ano (R$ 196,61). Fala-se que o New York Times poderia começar a cobrar US$ 5 (R$ 9,50) por mês pelo acesso de seu site, hoje totalmente aberto e gratuito, ou pelo menos pelo acesso a partes de seu site, que seriam fechadas –o tal modelo freemium que Anderson defende.
Por ser o mais prestigioso, de interesse geral e nacional, o Times funcionaria como o pioneiro que causaria um efeito dominó a ser seguido pelo resto da indústria local. Outro movimento aguardado é o de Murdoch, que vem dando sinais de que pode implantar o modelo do wsj.com em todos os outros jornais de seu grupo.

A ideia não desagrada Chris Anderson. "Dependendo do que me oferecessem, eu pagaria US$ 5 por mês para ter acesso on-line ao New York Times", disse. "Mas não acho que eles vão fechar tudo." (Sérgio Dávila)

sábado, 27 de março de 2010

A função dos links

Analisando os sites de acordo com a teoria de Mielniczuk, foram encontrados nas publicações (G1 e Folha online) os seguintes links citados por Mielniczuk, conjuntivos, disjuntivos, intertextuais, intratextuais, editoriais, de serviço e publicitários. Os tipos Editoriais Narrativos tanto no G1 quanto na folha há link de acontecimento, onde são relatados as matérias mais importantes sobre o assunto. Há presença de quase todos links (G1 e Folha) são eles, de acontecimento, oposição, detalhamento, particularização, complementação ou ilustração memória. Nota-se ausência de link de correção e exemplificação.

A Folha faz um melhor uso da linguagem, porque os textos são mais ‘enxutos’ e que chocam mais, por exemplo no G1 estava “Jurados estão na sala secreta; veja as perguntas feitas” e na Folha estava “Jurados se reunem para decidir sobre julgamento”.

Os Links intertextuais, não estão presentes nem na Folha e nem no G1. Os links mais frequentes nos dois sites analisados ficam no próprio site. Os dois jornais fazem uso de links disjuntivos, o G1 usa raramente e folha utiliza disjuntivos nas galerias onde há convergencia de meios. A respeito dos blogs normalmente são links de post de algum colunista principalmente quando há um assunto de sua especialidade, ou assuntos de grande repercussão. Foram encontrados links de post na folha sobre o “caso nardoni”. As fotografias são bem distribuídas, sendo que a grande maioria estão em galerias ligadas através de links complementares.

A tipologia de links de Mielniczuk é bastante útil para a organização de grande quantidade de informação de maneira que facilita a procura do assunto de interesse, além de proporcionar maior facilidade de interação. Acreditamos que sem o estudo dos links é complicado fazer um jornalismo com coerência, é como um mapa que direciona o leitor ao que ele busca, ou mesmo como uma casa bem organizada, encontramos o que procuramos com maior facilidade. Sem este estudo a dificuldade de organização seria imensa, o que certamente prejudicaria a ordem ou até mesmo a coerência da informação, mas descordamos que seria impossível de fazer um jornalismo coerente, mesmo porque se analisarmos o processo de evolução do jornalismo podemos ver que ele acaba, mesmo com as dificuldades, vencendo as barreiras.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Jornalista na Era Digital. O que é ser um?

Receber informações mais concretas e em tempo real. São esses alguns dos parâmetros trazidos pela nova era da tecnologia digital. Diariamente somos surpreendidos por novas ferramentas de comunicação, e para o jornalista, que caminha com a era digital dos dias de hoje, possui imensa capacidade de alcançar horizontes e atingir extremos.

Embora diferente das mídias convêncionais como rádio, tv, jornais e revistas, o jornalismo exercido na era digital ganha consigo um universo multimidiático. Essas mídias conseguem por meio da convergência digital estabelecer, dentro de web sites, interaçao, como a inserção de áudios, vídeos, textos interativos além das fotos já existentes. É o modelo de comunicação do futuro que já começa a dar seus primeiros passos.